



Todo mundo reclama da culinária britânica. Realmente não é das melhores, porém, estranhamente, foi da minha viagem para Londres que eu trouxe alguns pratos que degusto até hoje (estive lá em 91). Mesmo depois de tanto tempo ainda mantenho alguns pratos que comia lá no meu cardápio de casa, ou mesmo na minha memória. O Kebab é um deles. Sempre voltando de algum show eu parava na "Kebaberia" perto da minha casa em Norbury e um Kebab com bastante chilli e cebola era sagrado no fim de noite. Depois nunca mais comi um Kebab. Aqueles que são vendidos na rua conhecidos como Churrasco Grego não são a mesma coisa. De uns anos para cá começaram a surgir alguns Kebab Places em São Paulo e agora aqui em Campinas também. Já fui algumas vezes no Palácio do Kebab, próximo à prefeitura e recomendo. Inclusive um dia passando na frente do Palácio, logo depois da inauguração, o próprio dono me abordou na porta, me convidando para entrar e explicando que esteve em Londres e trouxe a "tecnologia" do processo de lá.


Agora que consegui manter um ritmo bom de produção do blog senti a necessidade de começar a organizar as coisas. Este blog não tem um tema específico, é um blog bem pessoal, das coisas que gosto e situações que vivencio. Por um lado é bom, pois posso falar sobre o que quiser, mas por outro lado os assuntos podem descambar e virar uma miscelânea sem sentido.
Coloquei este vinil para tocar depois de muito tempo. Ouvindo as músicas novamente (todas ainda guardadas claramente na minha cabeça) e degustando a capa e o encarte como nos velhos tempos, percebi como esse disco foi importante na época, um verdadeiro divisor de águas.
O preparo é muito simples:
A chapa é ligada na tomada e demora uma eternidade para esquentar, mas depois que esquenta faz um delicioso lanche, realmente é diferente de uma frigideira comum. Tem uma saída lateral para escorrer a gordura, não estamos falando aqui de cozer no vapor ou evitar o colesterol. Outro detalhe importante é o botão "cabeça de galinha" para regular as 3 temperaturas. Confesso que não é
Prato do dia:
- Hoje trouxe uma salada de batata com salsicha perdigão Ouro e mostarda Hemmer, um almoço alemão.
Hoje fiquei sozinho em casa. Todo o pessoal foi para Americana, meu sogro está internado, então a Adriana precisou ficar um pouco no hospital fazendo companhia. Ele está se recuperando e deve estar na ativa novamente em breve.
Coloquei mais um podcast no ar. É um negócio que realmente me dá prazer de fazer. Quero ter mais tempo para gravar mais. Acaba juntando minha paixão pela música e a minha ligação com o rádio, desde quando participava da Rádio Alcachofra, uma rádio pirata que nós tínhamos quando estudava no Liceu em 87. E também os anos que eu dei aula no Senac para o curso de radialista e na Pucc, aula de RTVC, para a turma de Publicidade.Na verdade dá um bom trabalho produzir o podcast da forma que eu gosto de fazer, escolher as músicas, ir atrás das informações, mas depois ver o resultado postado é uma sensação muito boa. Mesmo que só eu acabe escutando. O que nunca acaba acontecendo, sempre alguém acaba ouvindo o que foi produzido, já vi que meu canal no Podomatic já teve mais de 500 acessos, de gente do mundo inteiro, o que é muito gratificante.
O Podcast que produzi desta vez (é o sexto que posto) traz algumas bandas de New Soul. Bandas que trazem de volta a sonoridade e o visual das bandas de Soul Music dos anos 60, especialmente das gravadoras Motown e Stax. As gravações são feitas, na maioria das vezes, com equipamentos analógicos e instrumentos da época. O que faz toda a diferença no resultado final. Caras como Eli "Paperboy" Reed, Sharon Jones e lógico, Amy Winehouse e Joss Stones.
Para quem quiser ouvir, este e os outros podcasts gravados - http://www.olorde.podomatic.com/.
Ou ouvir este de New Soul aqui:
Esta semana vou terminar o livro "Eu Sou Ozzy". O livro tem 384 páginas e mesmo assim terminei rapidamente em uma semana. O que para mim é um grande feito. Gosto de ler mas é difícil encontrar tempo e tranquilidade em casa. Mas o livro de Ozzy é um daqueles que você não consegue largar. Sendo fã do Black Sabbath e de Ozzy você acaba sabendo o que vai acontecer, os fatos são conhecidos para quem gosta e sempre acompanhou as histórias do rock, mas é interessante ver como e em que circunstâncias aconteceram as coisas. O livro é muito engraçado em muitas partes, diria até tragicômico por que Ozzy é completamente louco e atrapalhado, o que acaba piorando muito acompanhado da grande quantidade de álcool e drogas que ele ingeria diariamente. O livro mostra desde a infância passando por todas as fases da carreira e vida pessoal de Ozzy. A entrada e saída do Sabbath, as reviravoltas na carreira, com Sharon cuidando de tudo, os processos, a morte de Randy Rhodes e toda a loucura e os excessos.